porque usar antivirus no seu celular

Por que não instalar um Antivírus no seu celular?

Atualmente parece que todo mundo tem um smartphone, não é? Mas nem todas essas pessoas têm, instalado em seu celular um antivírus. E isso porque acreditam que são programas pesados, que sobrecarregam a memória do aparelho, ocupam espaço e na verdade não servem para nada.

Realmente, para que serve um antivírus senão proteger o seu celular? Para que ele serve senão impedir invasões em suas contas pessoais, roubos de dados, senhas, fotografias? Para que, afinal, esse programa serve a não ser para garantir que ninguém além de você poderá ver o que há em seu aparelho.

E digo mais, serve para que, senão impedir que programas maliciosos se instalem no aparelho a acabem destruindo tanto os seus programas como também parte de hardware dele? Pois é, um antivírus não serve para muita cosia, certo?

Por isso, listamos aqui 6 razões que mostram porque você não precisa de um antivírus em seu celular. Leia atentamente e você vai entender.

  1. Você não entra na internet

Se você entrasse na internet usando o seu smartphone aí sim seria preciso um antivírus para impedir que hackers e programas maliciosos invadissem o seu aparelho e roubassem os seus dados. Porém, como você apenas usa para fazer ligações de telefone, não corre risco nenhum.

  1. Você não tem nenhuma conta online

Um antivírus somente é útil para pessoas que acessam redes sociais, e-mails e cadastros em lojas ou sites. Mas se você não faz nada disso, então não precisa dessa importante barreira protetora de senhas e dados.

  1. Você não faz compras pela internet

Ah, se você fizesse compras pela internet eu lhe diria para instalar um antivírus com certeza. Imagina digitar todos os seus dados pessoais ali, também o número do seu cartão, seu CPF e ter tudo isso roubado por cybercriminosos.

Mas, como você nunca comprou e nunca comprará nada pela internet usando o seu smartphone, então para que ocupar espaço, não é verdade?

  1. Não tem nada importante em seu celular

O que de importante pode conter em um smartphone. Talvez alguns dados e contatos de amigos e familiares. Quem sabe uma agenda com seus horários ou até mesmo uma lista com senhas. Pode ser que tenha também algumas fotos e documentos salvos ali, mas tudo bem, não é? Quem vai se interessar em roubar aquilo que é de outra pessoa?

Se tudo isso fosse realmente importante, se pudesse servir como arma para hackers, se eles pudessem expor sua intimidade na internet de forma inescrupulosa, aí sim seria importante ter um antivírus. Mas…

  1. Você não faz download de músicas, vídeos e nem aplicativos

Quem faz precisa ter um antivírus, mas se você não faz então não precisa proteger seu aparelho contra os softwares maliciosos que circulam pela rede. Eles vêm camuflados em outros, se infiltram em downloads e são enviados até por e-mail e mensagem. Mas você não baixa nada, então, tranquilo!

  1. Você já tem um antivírus

Aí você não precisa mesmo. Afinal, um antivírus bom é suficiente para cuidar do seu aparelho, ele deve estar sempre atualizado a fim de garantir proteção total. Nesse caso, mais de um vai ocupar espaço mesmo, e ainda conflitar com o outro, e nenhum cumprirá se papel do jeito certo. Nesse caso, mais não é melhor.

Entendeu? Nem todo mundo precisa de antivírus no celular, só quem usa a internet, acessa rede sociais, conta de banco, fatura de cartão, quem tem fotografias, quem faz compras, que faz downloads, entre outros. Você faz tudo isso e não tem? Não perca tempo e instale, porque seu aparelho, seus dados e sua vida estão totalmente vulneráveis sem um!

Diferenca entre Otaku e Otome

Diferença entre Otaku e Otome

Não é de hoje que animes e mangás fazem sucesso em vários países ao redor do mundo. E isso é positivo, já que ajuda a divulgar a cultura e arte japonesas. Porém, a popularização desse material, bem como de certos termos, também faz com que muitas vezes palavras como Otaku e Otome sejam utilizadas de forma equivocada.

Ambas possuem significados diferente, e por isso, uma aplicabilidade ideal ou adequada para cada ocasião ou designação. E neste artigo nós vamos explicar a diferença entre elas para que você saiba como aplicar sem erros. Continue lendo!

Significado de Otaku (おたく)

Otaku é uma palavra muito popular entre os admiradores de mangás e animes, e que significa justamente fã tanto de um como de outro. Porém, no Japão Otaku significa ser fanático por alguma coisa, o que inclui os mangás e animes.

Assim, alguém pode ser Otaku porque gotsa de rock, de esportes, de séries, filmes, games, ou qualquer outra coisa. Além disso, trata-se de um termo unissex, assim, tanto um homem como uma mulher pode ser Otaku.

Existem grupos de Otaku que aproximam pessoas em função de sua preferência pessoal, além daqueles fanáticos por animes e mangás, temos os que curtem computadores (Pasokon), miniaturas (Tetsudō), videogames (Gēmu), armas e artgos militares (Gunji) e carros (Auto otaku ou Jidosha otaku).

Esse termo foi popularizado pelo cronista e humorista Akio Nakamori em seus livros em 1989. Ainda na década de 80, a palavra Otaku foi introduzida no Brasil, e com a ascensão da internet ela se espalhou pelo mundo, ganhando novos significados.

Significado de Otome (乙女)

Um dos grandes equívocos na hora de usar esses termos é acreditar que Otome é o feminino de Otaku. Como dissemos, Otaku é uma palavra sem gênero, e portanto, não possui uma versão feminina. Otome, na verdade, é utilizado para designar uma mulher pura, que seria a donzela, uma senhorita, a virgem ou uma dama.

Apesar disso, aqui no Brasil Otome é utilizado como feminino de Otaku e também para designar as pessoas que são fãs de animes tipo shoujōs, tanto homens como mulheres. E isso também acontece em outros países.

Mas a palavra Otome também pode designar outra coisa, sendo que no Japão ele é empregada, ainda, com a palavra game, então, o termo Otome Game denomina o jogo onde o intuito e que uma jogadora se relacione com um jogador.

É claro que na hora de conversar com seu grupo o que vale mesmo é o senso comum entre vocês e a verdadeira admiração da arte japonesa. Porém, é importante saber a origem dos termos para não acabar totalmente desinformado sobre as raízes das palavras.